Carboxiterapia aquecida, 
uma novidade contra a celulite


A nova versão da técnica também usa gás carbônico medicinal, mas tem seu incômodo reduzido    
    Há dois anos, as mulheres ganharam um presente dos especialistas no assunto mais temido. A técnica italiana da carboxiterapia revolucionou o tratamento da celulite e da gordura localizada no Brasil. O único problema era o incômodo que causava.
    Pois não é que a nova versão corrigiu isso?

    O processo consiste na utilização de gás carbônico medicinal (como na tradicional) somado agora com um Múltiplo Mecanismo de Controle da Dor (MMCD). “O principal fator responsável pela redução do incômodo causado pela primeira versão do tratamento é o calor”. 

      É a infusão de gás carbônico medicinal. Essa molécula faz parte natural do organismo. O ser humano inspira o ar ambiente, cujo elemento em maior quantidade é o oxigênio. Após os processos de metabolismo e respiração das células, expiramos o produto final destas reações químicas, que é o gás carbônico, quando injetado na pele ou na camada de gordura, o gás carbônico induz a intensa vasodilatação, aumentando a circulação do local, a chegada de nutrientes e a queima de gordura dentro da célula, pelo efeito mecânico de pressão sobre os tecidos, induz a ruptura de traves fibrosas da celulite, ao deslocamento da pele seguida de sua retração. Dessa forma tendo efeitos anti flacidez, anti celulítico, melhora o turgor da pele, a oxigenação dos tecidos, a quebra de gorduras aderidas, diminui o tempo de cicatrização de lesões ulcerosas em geral, como úlceras ocasionadas pela má circulação.

Recuperação Imediata